sexta-feira, 12 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016
João bosco
João Bosco possui ascendência libanesa e dialogou essa cultura em alguns momentos
No disco As Mil e uma Aldeias.
V. Música 'Califadoss da Quimera
Muito pop, mais boa a letra e a introdução
Letra:
No mar de ouro-árida areia
o alforge sem um cequim
o chão não verdeia, ai de mim
terra sem, terra sem trégua
o vento castiga o albornoz
o tempo seca o cantil
dez dias no deserto a sós
noite vai, dia sai, chega
e quando do céu o sol cai
ladrões beduínos vêm
roubar os caravanserais
mercador, mercador, reza
e sonho alaúdes, miragens
ouço cantar pra mim
me acorda a voz de um muezzin
lá no fim, lá no fim meca
ao longe se vê bassorá
oásis de encantos mil
rumei de camelo pra lá
mais de cem, mais de cem légua
mohammed no solo persa
de tempos imemoriais
arômas, sensuais conversas
haréns, donzelas sem iguais
pedras de todas as cores
ágatas, negros cristais
damas de letais amores
morro se me não amais
califado de quimeras
reino de meus ancestrais
e numa mesquita recordo
a sira de maomé
das guerras ao lastro da fé
fé que não, fé que não cessa
no cairo um alfange degola
a nuca de um albatroz
o sangue que mancha o algoz
some na, some na treva
pirâmides guardam sepulcros
múmias de faraós
sarcófagos gemem a voz
voz que não, voz que não quieta
verberam numa alcova escura
os versos de omar khayam
ali fico até de manhã
deito na, deito na relva
o preço só ganha a conversa
a manha de barganhar
mercado onde o peso é falar
quem disser, quem disser leva
segura o turbante que vem
rasante a riscar o ar
um velho tapete a voar
tá no ar, tá no ar, pega
No disco As Mil e uma Aldeias.
V. Música 'Califadoss da Quimera
Muito pop, mais boa a letra e a introdução
Letra:
No mar de ouro-árida areia
o alforge sem um cequim
o chão não verdeia, ai de mim
terra sem, terra sem trégua
o vento castiga o albornoz
o tempo seca o cantil
dez dias no deserto a sós
noite vai, dia sai, chega
e quando do céu o sol cai
ladrões beduínos vêm
roubar os caravanserais
mercador, mercador, reza
e sonho alaúdes, miragens
ouço cantar pra mim
me acorda a voz de um muezzin
lá no fim, lá no fim meca
ao longe se vê bassorá
oásis de encantos mil
rumei de camelo pra lá
mais de cem, mais de cem légua
mohammed no solo persa
de tempos imemoriais
arômas, sensuais conversas
haréns, donzelas sem iguais
pedras de todas as cores
ágatas, negros cristais
damas de letais amores
morro se me não amais
califado de quimeras
reino de meus ancestrais
e numa mesquita recordo
a sira de maomé
das guerras ao lastro da fé
fé que não, fé que não cessa
no cairo um alfange degola
a nuca de um albatroz
o sangue que mancha o algoz
some na, some na treva
pirâmides guardam sepulcros
múmias de faraós
sarcófagos gemem a voz
voz que não, voz que não quieta
verberam numa alcova escura
os versos de omar khayam
ali fico até de manhã
deito na, deito na relva
o preço só ganha a conversa
a manha de barganhar
mercado onde o peso é falar
quem disser, quem disser leva
segura o turbante que vem
rasante a riscar o ar
um velho tapete a voar
tá no ar, tá no ar, pega
árebe nordeste - Alceu Valença em Vou danado pra Catende
Música é adaptação do poema 'Trem de Alagoas'de Ascenso Ferreira
TREM DE ALAGOAS
O sino bate,
o condutor apita o apito,
Solta o trem de ferro um grito,
põe-se logo a caminhar…
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Mergulham mocambos,
nos mangues molhados,
moleques, mulatos,
vêm vê-lo passar.
— Adeus!
— Adeus!
Mangueiras, coqueiros,
cajueiros em flor,
cajueiros com frutos
já bons de chupar...
— Adeus morena do cabelo cacheado!
Mangabas maduras,
mamões amarelos,
mamões amarelos,
que amostram molengos
as mamas macias
pra a gente mamar
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Na boca da mata
há furnas incríveis
que em coisas terríveis
nos fazem pensar:
— Ali dorme o Pai-da-Mata!
— Ali é a casa das caiporas!
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Meu Deus! Já deixamos
a praia tão longe…
No entanto avistamos
bem perto outro mar...
Danou-se! Se move,
se arqueia, faz onda...
Que nada! É um partido
já bom de cortar...
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Cana caiana,
cana roxa,
cana fita,
cada qual a mais bonita,
todas boas de chupar...
— Adeus morena do cabelo cacheado!
— Ali dorme o Pai-da-Mata!
— Ali é a casa das caiporas!
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
1- Versão show ao vivo.
2- a versão em disco começa em um andamento mais lento
4- Para a trilha do filme A luneta do tempo, Alceu Valença compôs o tema 'Sertão Mourisco'
TREM DE ALAGOAS
O sino bate,
o condutor apita o apito,
Solta o trem de ferro um grito,
põe-se logo a caminhar…
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Mergulham mocambos,
nos mangues molhados,
moleques, mulatos,
vêm vê-lo passar.
— Adeus!
— Adeus!
Mangueiras, coqueiros,
cajueiros em flor,
cajueiros com frutos
já bons de chupar...
— Adeus morena do cabelo cacheado!
Mangabas maduras,
mamões amarelos,
mamões amarelos,
que amostram molengos
as mamas macias
pra a gente mamar
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Na boca da mata
há furnas incríveis
que em coisas terríveis
nos fazem pensar:
— Ali dorme o Pai-da-Mata!
— Ali é a casa das caiporas!
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Meu Deus! Já deixamos
a praia tão longe…
No entanto avistamos
bem perto outro mar...
Danou-se! Se move,
se arqueia, faz onda...
Que nada! É um partido
já bom de cortar...
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
Cana caiana,
cana roxa,
cana fita,
cada qual a mais bonita,
todas boas de chupar...
— Adeus morena do cabelo cacheado!
— Ali dorme o Pai-da-Mata!
— Ali é a casa das caiporas!
— Vou danado pra Catende,
vou danado pra Catende
vou danado pra Catende
com vontade de chegar...
1- Versão show ao vivo.
2- a versão em disco começa em um andamento mais lento
4- Para a trilha do filme A luneta do tempo, Alceu Valença compôs o tema 'Sertão Mourisco'
Uma ópera árabe contemporânea
1- Extrados da ópera Zajal
Escrita para um ator, uma cantora, percussão, e pequeno grupo de instrumentos, e projeção.
A história se passa em uma aldeia no interior do líbano. Lá ocorre uma disputa retórica entre um padre e um estranho jovem mascarado.
2- Link para a obra inteira
https://vimeo.com/98346925
3-Site do compositor Zad Moultaka
http://zadmoultaka.com/
4- mais sobre a ópera Zajal
http://zadmoultaka.com/musique/portfolio/zajal/
Presença da música árabe no nordeste.
1- ritmo leff se aproxima do coco
2-ritmo ayubi se aproxima do baião
3- o zajal se aproxima do repente
ver ainda os aboios e as incelenças
1- incelença da chuva
2- incelença da alma
3-aboio
4- matéria do globo rural sobre aboio
2-ritmo ayubi se aproxima do baião
3- o zajal se aproxima do repente
ver ainda os aboios e as incelenças
1- incelença da chuva
2- incelença da alma
3-aboio
4- matéria do globo rural sobre aboio
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